Um projeto, diferentes pessoas
Uma plataforma de eventos precisa fazer sentido para quem compra, para quem organiza e para quem recebe o público. Cada pessoa chega com um objetivo diferente. O cliente quer encontrar o evento e acessar seu ingresso. O produtor precisa acompanhar sua operação. A equipe de entrada precisa conferir o acesso com clareza.
No Viral Tickets, esse cenário aparece em um conjunto de interfaces: site público, aplicativo do cliente, aplicativo do produtor, aplicativo de check-in e painéis web. O trabalho de desenvolvimento envolve conectar essas experiências sem apresentar todas as funções para todas as pessoas ao mesmo tempo.
A jornada do cliente
A experiência começa na descoberta do evento. Informações organizadas ajudam o visitante a entender o que está sendo oferecido antes de avançar para a compra. Depois, o ingresso precisa continuar fácil de encontrar: a jornada não termina na confirmação do pedido.
No estudo de caso, as telas do aplicativo do cliente mostram essa sequência, com descoberta, evento, checkout, carteira e QR do ingresso. Elas ajudam a visualizar como a interface acompanha o público em momentos diferentes, mantendo o foco na próxima ação.
O outro lado da operação
Para o produtor, as necessidades mudam: organizar eventos, acompanhar compras e consultar informações da operação. Para a equipe de entrada, a prioridade é a validação do ingresso. Por isso, um painel de gestão e uma tela de leitura não devem disputar atenção com a mesma quantidade de informação.
O case apresenta os aplicativos e painéis separadamente, com legendas para explicar sua função. Capturas de teste e demonstrações estão identificadas. Elas mostram a interface e sua organização; não representam resultados comerciais, saldos reais ou volume de vendas.
Interfaces conectadas à mesma base
A arquitetura reúne interfaces que se comunicam com uma API e um banco de dados. Isso permite tratar a compra, o ingresso e a gestão como partes de um produto. Para quem usa, a divisão técnica precisa se traduzir em ações compreensíveis e estados coerentes.
Esse é o cuidado que procuro evidenciar no portfólio: o desenho da tela está ligado às regras do negócio e à estrutura que faz a aplicação funcionar. Um botão, uma confirmação e uma consulta de dados pertencem à mesma experiência.
Veja o projeto por dentro
O estudo de caso reúne 43 capturas em seis áreas, com ampliação de imagens, explicação das entregas e uma visão da arquitetura. É possível explorar cada parte sem precisar conhecer os detalhes técnicos primeiro.
Se o seu negócio também envolve públicos diferentes, vale começar mapeando quem usa a solução, o que cada pessoa precisa fazer e quais informações conectam essas etapas. Esse mapa ajuda a definir o escopo antes de escolher as telas.
Explorar as telas e o estudo de caso do Viral Tickets
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